terça-feira, 16 de agosto de 2016

UMA PEGA, OUTRA MORRE....

Ao terminar de quickar a última traquitana a primeira já engazopou, fez drama e apagou.
Trem fantasma, Balaios ou não em marcha, pit-stop na sede do Lobos.  
Juntadas mais umas cadeiras elétricas, mais quicks , mais mancha de óleo e mais velharia na gana de engazopar. 

As choppers mais malvadas do ABC, Panheds até enjoar, e evos engomadinhos desembarcaram no ladeirão. 

Panhead empacadeira faz pirraça no farol ... uma pega, outra morre ... é a combinação

O Dentinho, invejado pela crítica, e aclamado pelo público,  desavisado do troféu na parada, com um assessor, tradutor, e promoter improvisado, faturou o prêmio dos gringos. 

Na volta o aclamado chamou a reserva e só viu jeito entrar no posto de repente, o trem fantasma passou direto, sempre estacionam 2 onde não pode, para esperar. 


Dentinho que não passa nunca ... toca telefone, acabou a gasolina de quem? Barulheira de avião, quem é para avisar? 

O carinha da Honda vintage vermelhinha  viu 2 parados, e fez a volta (uma puta volta), veio ajudar, correu a pé no posto,  quickou um harlão pela primeira vez. Resgatou o velho Dente, pegou carona daqui alí, amuntou na motinho ,  entornamos  no encalço do trem.
Um tantinho na frente, outro marvado, cara de brabo, cigarro na mão, a escorar uma chopperzona de tanque seco e carburador magoado.   
Reunião no posto,  cangaceiro para coordenar, novo resgate armado, segue a vermelhinha 
com o tradutor, interprete e promoter na garupa e galão de gasolina na mão. 

Chopperzona,  malvados e Vermelhinha de volta, café , água,  recapitulação: 
Panhead empacadeira faz pirraça no farol ... uma pega, outra morre ... é a combinação

Making-Off 

o Nick-Quicker de Honda vermelhinha salvou a noite duas vezes, o promoter é o Chicó, diz que a Shovel dele ficou tarada e beijou um carro na madruga.
O Dentinho é o Dentinho e mereceu demais da conta o prêmio. 
Evento Choppers Forever -2016 
Da Vila Madalena ao  ABC, mais de 3 horas, não dá para não lembrar. 
Quem quiser retribuir a kilometragem, Encontro de Springers e motos Clássicas em Santo André 28/08/2016 


terça-feira, 2 de agosto de 2016

AZUR

Nas pradarias do Mato Grosso o Forasteiro encostou sua traquitana em  boteco botequento, cobiçou um ovo colorido, mas pediu um café.
Os peão discunfiado, poeira na alma e peixeira na cintura, se alevantaram para ver quem vem lá.
Boa Tarde, diz que nessa terra tem cachoeira bonita, morena trigueira, cerveja gelada e disco voador.
Oiqui moço, disco avuador nunca vi,  moça formosa, cerveja e cachoeira, temu sim,  o Sr. até parece que nem nóis, só o cavalo que é deferente.
Cerveja e causos de roça, causos de estrada, amizade de beira de pista.
Na fazenda tem uma mota dessa que nem que a vossa,  cavalo de aço azur, só que veio cumas mola na frente.
Fala mais disso daí,  homem!
Rapaiz,  o Patrão veio da Alemanha,  cheio de tric-tric, diz que era sordado,  compro terra e fez família, inbrasilerou, depois pareceu com a tar da motocicreta, a brabeza da Patroa mando sumi com aquele troço barulhento,  isso pá mais de 10 anos, a coisa foi  ficano... ficano... e tá no garpão inté agora. 
O coração do Forasteiro acelerou.

Making-off

Em perfeito estado de conservação, chaves, manual e nota fiscal,  após  desalojar umas famílias de aranha, limpar o coco da galinha e encher os pneus – A Azur é a visão do paraíso. 
By David Mann 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

O Borracheiro

Frango caipira com síndrome do pânico, cachorro brabo saindo de fininho e mula mansa mais empacada que Panhead temperamental,  são provas irrefutáveis de lobisomem no perímetro. 
As feições encovadas,  barba de sobra ,  braço peludo e cara suja de graxa não contribuem em juízo contrário. 
Noite de lua cheia o Borracheiro,  amunta na cinquentinha e açulera para o sítio, afim de uivar em paz, devorar uns frangos crus e quentes e tocar o terror nos cachorros da área - programão, ou quem sabe rolar e coçar as costas no terreiro de café e finalizar o banho de lua capotado com as quatro patas para cima - gostoso. Talvez encontrar uma Lobismina para um flerte selvagem e irresponsável - mais gostoso. 
Sei não, o fato é que passados muitos anos o Borracheiro abriu uma bicicletaria bonita na cidadezinha, ninguém mais tem medo de lobisomem, os negócios vão bem e pronto. 


Making-Off 
Não tem, e não adianta perguntar qual é a cidade.  


  
Não há fotos de lobisomem andando de cinquentinha
http://www.yoshihitotomobe.com/yoshihito/vibes%2001/z226.htm 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

GUARDIÃ


Motoqueiro rabugento, boa pinta e metidão, desligou a Viuvinha Negra.
Ao adentrar à casa, sua coragem rastejou para baixo do sofá, feito cachorrinho novo.


Tal qual mesinha de centro, uma assombração de calça jeans, guardiã imóvel da sala montava plantão ... na indecisão de ficar ou passar, o bundão acelerou e encontrou caminho pela direita.

No momento crítico da "ultrapassagem" quando  espremido entre o sofá e visão fantasmagórica, a luz apagou-se.
Restou ao valentão subir as escadas aos berros e solavancos, refugiando-se em  fervorosas orações à Nossa Srª da Graxa, na intensão de que a Tal lá da sala não viesse em seu encalço. 

Acordados todos na casa, seu Mané pai muito brabão, surrou Hector com uma calça jeans que encontrou de pé no meio da sala, o rapaz, por sua vez, fez o mesmo, com as duas irmãs,  acusadas injustamente  pelo engenho da armadilha sinistra.
A suposta  artimanha teria sido concebida pelas prendadas mocinhas ao recolherem uma calça esturricada do varal.


Making - off 


Causo  do século passado ,  quando calça jeans era de jeans, duro e pesado e sem frescuragem,
Sei, por fontes seguras, que a luz apagou sozinha mesmo.
Troquei uns nomes e coloquei uma graxinha para dar emoção,  

 Créditos da "foto" http://www.yoshihitotomobe.com

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

FUMACENTA


Diz que em noite sem lua, tem luz de mansinho alumiando no meio do cafezal, desliza amaldiçoada procissão de gente sem cara, e velas à mão, rezando Pai Nosso do avesso,  condenadas à escolta de caixão que avôa 7 parmos do chão sem cair nem bambear.

Hordas de colonos a largar mão da lida por conta da maldição.

Personalidade rústica e cara vincada, sendo capataz, briguento e impetuoso, fazia ronda no cafezal montado em belo alazão Malhado... só que não... vou “amuntar” o peão em bela inglesinha que sinhozinho, menino coxinha, raptou de Londres,  caiu, ralou-se, desgostou e pronto. 
  
Na duvidança da crendice do povo, o valentão guardou tocaia. 

À visão da tal de luz, acelerou em trovoada de óleo queimado e fumaça branca, sacou a garrucha: Se for coisa Santa, que Deus que me perdoe, se for do Diabo, que Deus me proteja, porque vou passar é fogo....

Foi tiro e debanda geral, poeirão e assombração catando cavaco pelas 3 fazendas da redondeza, ancorado em terra vermelha ficou o caixão que avoava, desconfiança ... no bico da bota abriu a tampa, jaz sagrados grãos de café tipo exportação.  

Making-off

Diz que por “indulgência” da sinhazinha, ele conseguiu a posse da Fumacenta, a qual o cabra pegou amor, na moto, não na sinhá.


Reza a lenda que o capataz morreu muito velho e turrão, na ocasião em que rebentou a inglesinha na ribanceira.

Não se sabe se caiu porque morreu ou morreu porque caiu, mas diz que em noite fechada, há quem veja fumaça branca nos cafundós da fazenda virada em hotel chique.

terça-feira, 23 de junho de 2015

DEU MERDA

A Shovel quebrada retardou a saída , fora isso,  sempre tem quem precise abastecer, calibrar ,consertar e acelerar.
Com destino a festança Confederada, sol amigo sob um trem bonito de traquitanas
carburadas , ou não , springers ,  ou não , harley davidsons sim.

Aviso  “CARGA VIVA”  estampado  no caminhão, melhor passar que ficar , baixa uma e acelera.
Por seu turno, a bucólica vaquinha malhada, fiofó frouxo , despretensiosamente , deu vazão a sua necessidade estrumal.
Não teve jeito, o cara do “recolhe” e o penúltimo felizardo, os solteiros mais serelepes do oeste paulista, foram agraciados com uma glamorosa chuva de merda .

Pit-stop no posto para checar o caminho, tirar sarro , limpar  cocô , e tomar café.

Making-off

27ª Festa confederada  - Stª Bárbara do Oeste . Valeu a pena cada  km de estrada de terra,  pedregulho solto, poeira  e cocô nos amigos.
Tadinhos !

TÁ (OU) VINDO?

Carburadas na poerinha de chão batido, ilusão de acertar o
caminho, sem lua,  nem estrela, só neblina adentro.

Depois de duvidar, fazer o nome do pai e bifurcar à esquerda e à
direita , barulho de carroça desgovernada retumbante.
Tá (ou)vindo?

Manobra rápida das traquitanas para lateral beira-porteira, estrondo e silêncio na encruzilhada . Gasolina gelada nas veias.
Sem carroça, cavalo ou cavaleiro, para socorrer, meia volta,
freio-motor à toda prova e fog no retrovisor.

Eu hein!

Making-off
História da Roça,  narração original da Tia Palmira do MS, só
encardi, taquei um pouco de gasolina e pronto.

terça-feira, 17 de março de 2015

CLASSE MÉDIA PUTARIA

CLASSE MÉDIA PUTARIA - não, não é uma classe socioeconômica, 
é um estado de espírito, vou dar uma palhinha: 
É a dondoca e foi para a Paulista reclamar que está mais difícil fazer comprinhas em Miami , e julga você um motoqueiro filho da puta. É aquela patricinha entojada tentando caçar um partidão na passeata, esta lady sempre fecha a sua moto e depois te xinga. 
É o cara - Você sabe com quem está falando? - engomadinho, sonegador e "forgado" que acha que a lei não vale para ele, te fode no trânsito,  mas teve a pachorra de pintar a cara de verde e amarelo. 
É o coxinha acelerando no protesto, porque com as verdinhas em alta ficou dispendioso empetecar aquela penteadeira de puta que só serve para dar voltinha no quarteirão.
É  distinta coroa bonitona que para na vaga de idoso para não estragar a chapinha no dia de chuva, e desfilou sua bolsa de grife no Avenidão. 
É o playboy espertão que ralha contra a corrupção,  mas derruba a sua moto no estacionamento e sai de fininho 
É o tiozão , "gente boa",  tão insubstituível quanto incapaz assumir qualquer responsabilidade, esse também derruba sua traquitana e vaza.
São os pais de primeira , segunda, terceira viagem, que eternizam o DNA da intolerância (incluída na porra da falta de educação dos fedelhos). 
É estar sempre certo, e ter uma disposição férrea para enfiar o dedo na cara de quem pode menos, e se estiver de moto por perto o azar é seu.  
É a gostosa e sarada do nariz bonitinho, que até vai na sua garupa, mas se der moleza, faz você vender a sua moto para comprar uma merda de sofá ostensão. 
Muito da classe média PUTARIA eternizou em selfies narcisistas o seu cansaço para com a democracia.  

Making-off 
Pámordiquê? 
Coxinha - o termo que já foi gíria exclusivamente biker,  agora está em alta na mídia.. vai entender... 









sexta-feira, 6 de março de 2015

KILLometros

Sem apego aos faixa-branca tinindo,  sol de esturricar os miolos , mormaço defumando até o DNA
Estrada travada, café, água, Rio Paraná , pradarias , mais pista lascada, mais café, mais água, mais pradarias... 
Paisagem de primeiro capítulo de novela, entardecer vermeião e surra da estrada.  
Breu e acidentão alheio na chegada.
Owwwww !!! Para aqui !!! Douradas sirigaitas oferecidas, a cobiçarem meu cangaceiro. 
Para aqui vosso cu ... bando demalacabadas , projeto falido de garupeira, voodu das pradarias... desinfeta piranha , tira o zóio maria garupa, mangalô três vezes... cheguei. 


Making-Off
Seduzida pela idéia de vagar nas pradarias do Wywoming  
feito um siox desgovernado, topei encarar os mil e pouquinhos KILLometros até Dourados-MS. os últimos trechos, me quebraram. 
Só cansa demais, o que é bom demais. 
Contos retroativos - Novembro de 2014 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

SEXTA 13

Sexta 13 , o dia está de asfalto fumegante 
Amarrada na burocracia, feito graxa na corrente,
azeitando um sistema que se entende não concorda , e se concorda não entende.
Tédio de pneu furado,  motor afogado, boia encantada, vai na boca gosto de parafuso chupado.                                                                     
Melhor o batidão carburado do Evo derretendo as pernas e defumando as botas, que a monotonia dessa merda de ventilador a me provocar.


Making-off
Se eu fosse marxista no lugar de 
"feito graxa na corrente"  seria "massa de manobra"
no lugar de  "azeitando o sistema"   seria "massa de manobra" ... 
no lugar de se "entende não concorda" seria ....  



quinta-feira, 30 de outubro de 2014

NUNCA PODE

Pode chegar, dolorido, sujo, moído, ferrado, feliz.
Pode ter cavalos-marinhos nas botas encharcadas.
Pode o capacete pesar e precisar WD nos joelhos.
Pode a traquitana ficar suja feito moto de trilha.
Pode viajar sob a lua cheia, ou no calor vulcânico do meio dia. 
Pode tomar uma sova da chuva e do frio.    
Pode ser pista seca,  molhada ou desaforada. 
Pode pegar a estrada dos sonhos ou fazer a viagem fantasma. 
Pode ser trem de um, de poucos, de muitos
Pode fazer ou desfazer amizade
Pode ficar com fome, e acelerar para espantar o sono.
Pode curar porre e dor de cotovelo 
Pode tomar café de beira de estrada
Pode ir onde gosta ou onde nunca foi 
Pode quebrar e acabar a gasolina 
Pode demorar muito, pode até não chegar 
O que nunca pode é parar de correr gasolina nas veias 

Making-off 
Não tem e pronto. 



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

SERPENTE

Ousadia acostamento abaixo no caso dele existir.
À luz da lua, num trem de dois,  meu Capitão de Estrada a riscar o trajeto. 
Buracos, pedregulho e curvas insondáveis. 
A sorte favorece os corajosos, o escuro socorre os covardes. 
Na espreita relâmpagos e tempestade. 
Posto de gasolina fechado, restou planar nas decidas do Rastro da Serpente,
Madrugada alta, sweet Hotel Apiaí. 

Making-Off 

2013 -Viagem de fim de ano 
Nem se sair chantili da teta da vaca volto lá à noite. 
Contos retroativos: Antes tarde que mais tarde. 


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Veterano

A presença forte causou impacto inexplicável.
Atordoada pela visão, não sabia se atendia, ou pedia para tirar uma foto, embasbaquei total.
Do outro lado do vidro estava o Veterano.
Grisalho impecável em sua indrumentária militar completa da década de 30, botas e capacete.
Calmamente ele explicou a que veio, entregou alguns papéis, agradeceu com um sorriso, tomou café e se foi.  
No atropelo de historiadora falida saí no seu encalço, mas sem meu crachá, não venci as catracas.
Quando ganhei as escadas, a visão histórica já não estava mais.
Hoje vi a honra e a história em carne, ossos, e farda.

Making-off
E pirem, tive o privilégio de servir um café e ganhar um aperto de mão do Veterano da Revolução Constitucionalista de 1932  que esteve no meu balcão.

A foto inesquecível.... ficou só na mente. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Piquiniqui Sinistro

O detalhe do detalhe perdido pela falta de registro imediato.
Foi  Trem sobrenatural, os caras, e a mina.
surrupiando o sossego dos fantasmas à beira dos trilhos do trem.
Sem mandinga, só comida e bebida.
Na falta de uma virgem para o sacrifício, os
causos e lorotas rondaram a estação abandonada.
A neblina espreita, esconde a lua e engana as vistas.
Antes da Hora das Bruxas, os Malvadões tomam o rumo de casa.
O pessoal cheio de atributos tecnológicos, registrou para a posteridade o Trem Sobrenatural na estradinha.
Ninguém soube identificar quem era o motociclista
misterioso que aparece na filmagem, mas não consta do passeio.

Making-off

Caso alguém o faça, será de bom tom calar a boca...


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Coletânea -Vocábulos encardidos

Mina biker, não fica velha fica clássica, não tem enxaqueca, tem sensores desregulados

Não tem menopausa, tem problemas no radiador

Ano da fabricação: pode não condizer com a kilometragem, nem com o estado de conservação

Estrias, não temos, no máximo somos ornadas com uns pin-stripes naturais

Mina Biker Não tem pneuzinho, se for o caso, temos alforges, ou chup-chup de Jack Daniel's....

Cabelos brancos - também não temos, só uns fiozinhos CROMADOS e tacamos tinta neles - sem dó.

Tatoos: customização da pintura original (ainda não cheguei na parte da funelaria,) 

Kit Anti-rugas: Capacete, bandana e óculos escuros

Casa / comida / Roupa lavada =Trocamos por Casa / café / Lugar para guardar a moto

Rolê Cowboy: Não faço,
 porque Santo Antônio é meu amigo. 

Para as minas bikers avulsas:

Identificação positiva de encrenca: É curva com óleo em dia de garoa.

Marvado: é o cara “curva com óleo em dia de garoa” só que mais tudo de bom.

Elogiando um marvado: Bonito feito motor de Harley Davidson

Noite de fartura: Alguém anotou a placa do Harlão que me atropleou?

Mina Biker não fica apaixonada, lambe asfalto. (um asfaltinho, não a Route 66 inteira)

Mina biker não tem paquera, tem prospect: ganha escudo inteiro conforme o merecimento e empenho na função.

Problemas de relacionamento: Vou mostrar para este cabra com quantos pistões se faz um Harlão. 

Discutir a relação: coroa,corrente, pinhão.

Glamour encardido:é algo como chantilly salpicado de fuligem , ou cupcake engraxado.
Lanchinho: “Patricinha” que o biker rapta na balada alheia e leva pro abate

Marmita: As garupas que me perdoem se puderem.

Chorar a kilometragem derramada = chorar o leite derramado, ara seje, ir de carro e depois ficar com dor de cotovelo. 

Chuva na estrada: se não te mata, te deixa um pano de chão

Mina Biker tem 2 neurônios no topo da hierarquia: o Harley e o Davidson (um acelera e o outro vaza óleo) 


Making-off 

Pocket Edition - Organizados do jeito que eu quis