domingo, 23 de outubro de 2011

Bad Day

Hoje o Demônio da Fúria assolou-me os pensamentos e plantou tempestade no coração
Depôs minhas armas, sublimou minha vontade e passou no moedor no que sobrou.
Verteram as lágrimas contidas a tempos, esfriou o motor.
"Cadeira elétrica" sem bateria, café quente junto às grades do
portão.
Vontade de torturar sem dó os relógios, afogar o despertador na privada.
Atear fogo nos sapatinhos de menina, picar os terninhos, largar as amarras no acostamento, acelerar sem olhar no retrovisor.
Prisioneira a escolher as prórias correntes, quebraria a casa toda não fosse a obrigação de consertar o estrago.
Pena ou sorte ou obra do demônio já citado a força definhou.

Making-off
É só um bad day - Preciso de um chocolate